Os superpoderes da interpretação

By | Novembro 24, 2020

Quando digo que sou tradutora, é frequente ouvir a resposta “Ah, ok. Boa.”. A segunda alternativa, igualmente frequente, é “Ah, fazes tradução de filme e séries, é isso?”. Não, não é. Se bem que a legendagem está muito presente no nosso dia a dia, de forma muito visível, entre séries e filmes consumidos diariamente, reportagens, clips, documentários e todo um catálogo de consumo audiovisual em plataformas de streaming onde, na sua maioria, temos produtos com legendas, a tradução não se resume apenas a esse nicho de mercado. Hoje, contudo gostaria de vos falar sobre interpretação, um ramo completamente diferente da tradução.

Se, em traços gerais, a tradução é a passagem de um texto escrito numa língua para outra língua utilizando palavras equivalentes, através de um meio escrito, a legendagem faz o mesmo com um meio audiovisual e a interpretação utiliza um meio oral. Para além disso, requer também uma panóplia de conhecimentos e técnicas inteiramente diferentes que têm de ser aprendidos e treinados.

Tal como há diferentes tipos de tradução (técnica, literária, jurídica, médica,…), existem também diferentes tipos de interpretação: simultânea, consecutiva, de murmúrio, entre outras. A minha experiência profissional, se bem que assente primeiramente na tradução técnica, tem-se alargado nos últimos anos para incluir também a interpretação, mais especificamente para a tradução simultânea.

A interpretação simultânea não é apenas “dizer o que uma pessoa disse, mas noutra língua”; é, sim, fazê-lo ao mesmo tempo que o orador está a falar. Com recurso a material áudio, como auscultadores, auriculares ou microfone, os ouvintes podem escolher ouvir o orador ou o intérprete a comunicar.

Nem sempre me é fácil explicar, a quem não conhece a área, o quão complexo é este processo de “repetir o que uma pessoa diz mas noutra língua”. De forma simples, o intérprete tem de:

– ouvir o orador

– compreender o que está a ser dito

– traduzir mentalmente o discurso em causa

– falar /dizer a tradução equivalente

– ouvir-se a si mesmo enquanto fala

– continuar a ouvir o orador para continuar a traduzir e interpretação oral.

Parece confuso? E é. Estamos, na sua essência, a falar por cima de outro falante, a comunicar ao mesmo tempo que outra pessoa, mas numa língua diferente. E só o intérprete é que ouve as duas comunicações, já que os ouvintes escolhem um dos meios orais, ou o original do orador ou a tradução realizada pelo intérprete.

O cérebro ainda está acelerado, habitou-se a trabalhar a 100 à hora para processar a informação que está a receber e a traduzir para a comunicar a terceiros, a procurar mentalmente equivalentes de palavras, a ter a certeza de que os tempos verbais que estou a usar façam sentido numa frase que ainda não sei como irá terminar, a tentar não falar muito depressa mas também não muito devagar, a usar um tom de voz mais grave mas sem ser maçador ou monótono… todos os conhecimentos e técnicas estão a ser postos em prática ao mesmo tempo.

“Cair da boca aos cães”, “ter a cabeça em água”, “ter a cabeça feita num oito”,… a riqueza da nossa linguagem apenas “traduz” em parte o sentimento que se tem quando se acaba um serviço de interpretação, quando ainda estou a tentar abrandar, a recuperar a velocidade “normal” da vida. E a preparar-me para o próximo!

Sara Pereira, tradutora, revisora e gestora de projeto

Uma língua, dois idiomas

By | Novembro 5, 2020

Sabe-se que em virtude do longo período em que o Brasil esteve sob administração de Portugal estes compartilham o mesmo idioma: a língua portuguesa.

Não obstante, essa língua contém especificidades únicas. Por exemplo, diz-se que é um dos únicos idiomas do mundo a ter palavras que não se conseguem traduzir. A mais conhecida é a palavra saudade. Esta palavra significa desejo melancólico ou nostálgico por uma pessoa, lugar ou coisas, que estão longe, quer no espaço, quer no tempo. Outras palavras interessantes seriam as palavras desbundar e desenrascanço.

Nos atemos a palavra saudade por revelar algo tão carente no mundo em que vivemos: a empatia, o amor ao próximo, os laços de solidariedade, de convivência que são tão necessárias e humanizam o ser humano.

Há palavras que podem colocar as pessoas em sarilhos se empregadas no país errado. Por exemplo, a palavra rapariga que em Portugal é utilizada para designar jovem, moça, no Brasil é utilizado para denominar as “senhoras da noite”.

Durex que em Portugal é uma marca de camisinha, no Brasil é utilizado para fita adesiva, fita cola, fita gomada.

O mesmo ocorre com puto, que em Portugal significa garoto, miúdo, rapaz e no Brasil homem homossexual, ou sacana, ou furioso, ou dinheiro.

Há também outras palavras que não nos colocam em saias justas (ou situações constrangedoras para os nossos irmãos), mas que possuem significados diferentes. Por exemplo, chávena (xícara); foguetão (foguete); baliza (meta); comboio (trem).

Particularmente, na seara da tradução uma dificuldade que apareceu não foi em compreender os falsos cognatos, mas em perceber o que as pessoas estavam a falar por conta do sotaque. Em ocasiões de conferências e palestras universitárias, nomeadamente no norte do país torna-se, muitas vezes, difícil de depreender que palavras estão a falar. O mesmo ocorre com o processo de transcrição, na qual, a princípio, existem certas dificuldades em entender o que está a ser dito.

Indo além, no campo jurídico para além de distinções linguísticas – burla em Portugal, estelionato no Brasil; Tribunal de Relação em Portugal, Tribunal de Justiça no Brasil; Oficioso em Portugal, Defensor dativo no Brasil; Absolvição de instância em Portugal, extinção sem resolução do mérito no Brasil, arguido em Portugal, acusado no Brasil; dentre outros, o que mais distingue os procedimentos e costumes é a possibilidade dos advogados realizarem atividades notariais, digo, autenticação de documentos e assinaturas, traduções, realizar fotocópia de documentos. No Brasil essas atividades estão restritas aos cartórios.

Dessa forma apesar de serem países que compartilham uma história, traços culturais e idiomáticos, há outras tantas distinções linguísticas, comportamentais, civilizacionais que muito enriquecem e enobrece esses dois países que tão bem sabem acolher, receber, celebrar e aproveitar a vida. Sinto-me bem aceite e apoiado nesse país tão rico e generoso, tanto no âmbito pessoal, como profissional.

Henrique Silva, Advogado

Como conseguimos comunicar num mundo que nos obriga a estar separados?

By | Outubro 27, 2020

No momento em que escrevo, o governo de Portugal acaba de anunciar a aplicação de uma cerca sanitária a 3 concelhos, onde vivem mais de 200 000 pessoas. Olho pela janela e vejo pais à porta da creche, à espera dos seus filhos, a uma distância respeitosa uns dos outros. Estamos a comunicar. A comunicar que não nos podemos aproximar, que precisamos de ter cuidado, mas que mesmo assim temos uma família da qual precisamos de cuidar.

Estar separado também é comunicação. O nosso corpo comunica através daquilo que dizemos, mas principalmente através daquilo que não dizemos e (não) fazemos.

Tenho a sorte de viver com uma família maravilhosa, tendo assim contacto de proximidade, afeto, carinho, com regularidade, mas além deste meu núcleo familiar, a ausência de abraços, de beijinhos, tão queridos na minha cultura, desde há mais de 6 meses, faz-me sentir cada vez mais isolado dos outros. Isto também é comunicação; de cada vez que não abraço, que não beijo, que não dou um passou-bem, estou a comunicar que me preocupo com aquela pessoa e que essa pessoa se preocupa comigo.

Mas, na realidade, não estamos assim tão isolados. Com as nossas conferências via Zoom, e conversas de grupo no Whatsapp e Facebook Messenger, os almoços de família em que, apesar de estarmos afastados por alguns metros, continuamos a conviver, a conversar e partilhar uns com os outros aquilo que é ser humano. No fundo, a comunicar.

O que mais me atrai na tradução, e o que me leva a ter um interesse apaixonado pela área, é precisamente isso, o facto de nós, enquanto tradutores, facilitarmos a comunicação entre pessoas e culturas, apesar de separadas por milhares de quilómetros, permitindo que as mesmas se entendam.

Continuámos, sem interregnos, a traduzir os nossos clientes, a permitir que o mundo continue a comunicar, e desta forma a não parar. Tomamos os cuidados necessários, alguns de nós a partir de casa, outros a partir do escritório, conforme as necessidades.

Sabemos que temos pela frente um período de incerteza e de indefinição, que nos faz olhar para o futuro com apreensão, pois não conseguimos discernir o que de lá vem, mas se continuarmos, com cuidado, com distanciamento, a comunicar que continuamos próximos, então vamos conseguir vencer.

E nós estamos aqui para o ajudar.

Diogo Heleno, Director de Operações

O paradigma de Darwin e a língua

By | Outubro 22, 2020

A língua é uma coisa viva, que evolui com o passar do tempo. Não estranha a ninguém que hoje em dia “farmácia” se escreva com “f”, mas até à reforma ortográfica de 1911, escrevia-se “pharmácia”. Similarmente, é comum usar a expressão “cair o Carmo e a Trindade”, que se pensa ter surgido após o terramoto de 1755, quando os respetivos conventos foram destruídos.

Tal como a teoria da evolução de Darwin postula para os seres vivos, também a nossa língua sofre mutações para melhor se adaptar ao presente. Cada geração cria novos conceitos e os termos para os expressar, e esquece as palavras que caíram em desuso. A “pharmácia”, do latim pharmacia, pereceu, juntamente com a sua língua de origem. Paralelamente, o advento da globalização abriu-nos todo um leque de estrangeirismos que incorporamos no dia a dia. Quem preferirá o “correio eletrónico” ao “e-mail”? Teremos um termo em português para “software”?

Por vezes, podemos ver a língua mudar à nossa frente. Um exemplo disso é o novo Acordo Ortográfico (quer se concorde com ele ou não). Outro é as redes sociais e a prevalência crescente da comunicação escrita. Não é só todo um novo vocabulário está a surgir nestas redes. Surgem também novas formas de ortografia e pontuação, para expressar as nuances que normalmente comunicamos com o nosso tom de voz e linguagem corporal. Um “Lol 🤣” dificilmente terá o mesmo significado que um “Lol…..😑”.

No meio de tudo isto está o tradutor. A tradução não é só passar um texto de uma língua para outra. Há que adaptar o texto às regras da língua de destino, procurar as expressões mais adequadas para transmitir a mensagem. Parte do trabalho do tradutor é manter-se a par destas mudanças. E nos dias de hoje, é um trabalho cada vez mais vital para a sociedade.

Daniela Isidoro, tradutora e revisora

A tradução é comunicação

By | Outubro 15, 2020

No seio de uma empresa, temos dois tipos de comunicação: a comunicação interna e a comunicação externa.

É primordial reconhecer que ambas são importantes e perceber a importância e qualidade, ou seja, a mais-valia que são para as empresas.

A comunicação interna é a ação e comunicação no seio da empresa no qual o público-alvo são os colaboradores. Quanto à comunicação externa, esta é a ação de comunicar com organismos ou parceiros externos à empresa, podendo o público-alvo ser: fornecedores, clientes, organismos públicos, a comunidade, etc.

Estamos diariamente a comunicar, usamos estes dois tipos de comunicação para transmitir informação, tomar decisões, e muito mais. A comunicação tem um papel estratégico no qual temos sempre de ter como foco o propósito final. Qual é o objetivo da comunicação que estamos a fazer? Quem é o recetor da comunicação?

Quando se trata de comunicação internacional, aparecem-nos duas variáveis adicionais: as diferenças de língua e cultura entre o emissor e o recetor. A linguagem é uma primeira armadilha que deve ser evitada: para que uma mensagem retenha seu impacto inicial, é importante traduzi-la e adaptá-la ao país do destinatário. Certas expressões, que fazem total significado no seu país de origem, podem ser mal interpretadas por um destinatário estrangeiro.

A forma como transmite a mensagem é fulcral e, na comunicação de mensagens sensíveis, é importante evitar comunicar de forma comprometedora. Assim, confie a sua mensagem a tradutores profissionais, experientes e nativos.

Na M21Global, todos os tradutores têm formação superior em tradução, e vários anos de experiência, traduzindo exclusivamente para a sua língua materna. Estamos disponíveis para o ajudar a comunicar.

Cindy Barros, tradutora e revisora

Somos Todos Tradutores

By | Outubro 7, 2020

A minha área de trabalho não são as letras e sim a informática; pode, assim, parecer estranho estar aqui a falar de tradução. Mas, na realidade, há já algum tempo que me apercebi de que o que faço é, efetivamente, uma forma de tradução.

Enquanto programador, tomo como input os requisitos para um programa em linguagem humana e traduzo-os para uma linguagem intermédia, o código-fonte. Posteriormente, com o auxílio de um programa especial chamado Compilador, esse código-fonte é novamente traduzido para uma linguagem binária que o computador entenda. E assim obtemos o output pretendido, um programa que efetue a tarefa desejada conforme os requisitos especificados.

Da mesma forma, um tradutor toma como input um texto numa língua e traduz para uma língua distinta (o output).

Contudo, o mundo da tradução não termina aqui. Estamos constantemente a traduzir nas nossas vidas pessoais e profissionais: quando lemos, traduzimos um texto escrito (com todos os seus símbolos) para a sua representação abstrata para o interpretarmos. Quando falamos, traduzimos as nossas ideias em sons que outros, ao ouvir, traduzem de volta em ideias que possam ser compreendidas.

Na realidade, o nosso cérebro não é mais do que uma máquina de tradução complexa que traduz ondas de som, ondas de luz e sinais elétricos oriundos da pele, nariz e língua, em algo que possamos compreender como sendo o mundo à nossa volta, com todos os seus sons, cores e movimento.

Somos, afinal, todos tradutores.

Luis Rodrigues, Administrador de Sistemas

Dia Internacional da Tradução

By | Setembro 30, 2020

A 30 de setembro celebra-se o Dia Internacional da Tradução, dia em que morreu, em 419 ou 420, São Jerónimo, o tradutor da Bíblia de hebraico e grego para latim, conhecida como a edição Vulgata, ou popular. Ficou ainda conhecido por escrever outros importantes textos sobre a arte de traduzir.

Nos dias de hoje, o trabalho do tradutor é cada vez mais imprescindível. Numa era em que a globalização faz parte do nosso vocabulário, as barreiras linguísticas são destruídas graças ao trabalho de tradutores e intérpretes por todo o mundo, ou como melhor diria Paul Ricœur: “A tradução é bem, então, uma tarefa, não no sentido de uma obrigação constrangedora, mas no sentido de coisa a fazer para que a ação humana possa simplesmente continuar”. Será o tradutor que terá esta tarefa de ajudar a que a “ação humana possa simplesmente continuar”.

Uma profissão que passa despercebida, exceto quando é alvo de crítica, veja-se o exemplo do provérbio italiano “Traduttore, traditore” (Tradutor, traidor), é graças ao trabalho de tradução e interpretação que partilhamos o conhecimento, através de livros, manuais técnicos, filmes, séries, entre outras coisas, escritos originalmente em línguas que não compreendemos.

O dia 30 de setembro é, assim, dia de todos nós tradutores mostrarmos ainda mais orgulho pela profissão que desempenhamos, mas também de nos fazermos ouvir e mostrar o papel determinante que temos na sociedade atual.

Ana Oliveira, tradutora, revisora e gestora de projeto

Os clientes não tiram férias

By | Julho 29, 2020

Continuamos disponíveis, todos os dias, durante os meses de verão, pois os seus clientes não tiram férias. Oferecemos tranquilidade ao seu projeto: melhor prazo, melhor preço e qualidade confirmadas.

E se for de férias, deixe-nos o seus projetos de tradução, garantimos que ficam em boas mãos. Temos mais de 12 anos de experiência em tradução técnica, jurídica, comercial e multimédia e um histórico de tradução de mais de 300 milhões de palavras.

Aproveitamos para recomendar umas férias retemperadoras no Algarve, e porque não visitar as grutas de Benagil?

Benagil é uma pequena aldeia portuguesa na costa atlântica no concelho de Lagoa, Algarve, em Portugal.

Até ao final do século XX, a economia da aldeia baseava-se na pesca oceânica. Agora é uma zona turística com uma praia muito utilizada: Praia de Benagil.

 

A língua é importante? O impacto da língua na apresentação do produto ao cliente

By | Junho 25, 2020

Os responsáveis de marketing não despendem o tempo suficiente a pensar em como o seu produto funcionará noutras línguas ou países. Como resultado, muitas empresas não envolvem o seu público global com conteúdos que ressoem com estes – não apenas com conteúdos traduzidos, mas com uma experiência linguística completa que transmita a sua marca, reputação e confiança.

Na esteira da sua série “Can’t Read, Won’t Buy”, a CSA Research colaborou com o Katar World Panel, para sondar na sua língua materna 8.709 consumidores em 29 países.

Quando perguntados se concordavam com a seguinte afirmação:

Quando sou confrontado com a hipótese de comprar 2 produtos similares, é mais provável adquirir aquele que tem a informação na minha língua

Responderam da seguinte forma:

76% preferem texto na sua lingua

Apesar da globalização e do uso crescente do inglês como língua global, descobriram que em 2020 as pessoas ainda preferem consumir informação na sua própria língua. Entre as descobertas, os resultados são:

  • Os consumidores preferem comprar em websites na sua língua materna. 67% por cento de todos os 8.709 participantes que disseram não dominar a língua inglesa, manifestaram preferência por conteúdo na sua língua materna.
  • A informação que os compradores podem ler é fundamental na decisão de compra. Dada a escolha entre a compra de produtos semelhantes, 76% dos inquiridos escolherão o que tem informação na sua língua.
  • O apoio em língua local cria relações mais rígidas com os clientes. Setenta e cinco por cento dos inquiridos dizem que é mais provável que voltem a comprar a mesma marca se o apoio ao cliente estiver na sua língua.

O relatório “Can’t Read, Won’t Buy – B2C” estará disponível para os membros da CSA Research a 30 de Junho.

Entre em contacto ainda hoje para obter um orçamento de tradução imediato. Ou saiba mais sobre a empresa de tradução e os nossos serviços de tradução.

Artigo adaptado de: https://csa-research.com/Insights/ArticleID/650/customer-online-buying-experience

Oportunidades de negócio na União Europeia

By | Maio 21, 2019

A propósito das mudanças da União Europeia, pode haver redução de atividade económica. O papel do Marketing será ainda mais central.

A M21Global pode ajudar.

Todos os dias, dezenas de concursos públicos são lançados pelas mais variadas entidades públicas dos 28 Estados-Membros da União Europeia.

A pluralidade de entidades adjudicantes dentro de cada país, e as 36 línguas oficiais dos países da União Europeia, dificultam o conhecimento atempado de novas oportunidades para a sua empresa.

Preparámos um serviço totalmente gratuito que o informa sempre que novos concursos são lançados nas suas áreas de interesse.

Basta registar-se na nossa plataforma para conhecer novas oportunidades de negócio, no próprio dia em que estas são publicadas.

Levará menos de 2 minutos. E se mudar de ideias, a plataforma permite editar, cancelar ou criar um novo registo facilmente, a qualquer momento.

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Vantagens da nossa plataforma: Continue reading